quarta-feira, 14 de agosto de 2013

                         
                            NOTÍCIA


A importância da gastronomia para o turismo brasileiro

Cidades conhecidas pelos esportes de aventura, pela história e arquitetura apostam na culinária para atrair o turista o ano todo.

 14/08/2013

 A gastronomia está cada vez mais presente no turismo brasileiro. O número de viajantes que arrumam as malas com destino a um dos mais de duzentos festivais gastronômicos que ocorrem todo ano pelo país é cada vez maior. Os gastos com alimentação estão entre as principais despesas dos turistas brasileiros, atrás apenas do transporte, de acordo com a última Pesquisa de Turismo Doméstico do Ministério do Turismo (2012).

 Este mês, as cidades de Tiradentes (MG), Joinville (SC) e Brotas (SP) realizam festivais gastronômicos. Nenhuma delas nasceu com essa vocação, mas as três encontraram na gastronomia um reforço para seus atrativos turísticos. Tiradentes é uma das principais cidades históricas do país; Brotas, um importante destino de esportes de aventura e Joinville, uma cidade de arquitetura colonial alemã com um dos melhores índices de desenvolvimento humano (IDH).

 A variedade de sabores e de novos chefes de cozinha aumenta ainda mais o apelo turístico de alguns destinos brasileiros. A gastronomia brasileira é considerada muito boa para 89% dos turistas brasileiros e 97% dos estrangeiros, de acordo com um estudo do Ministério do Turismo. “A gastronomia é uma das bases da estrutura do turismo para o lazer e para o negócio”, explica o diretor do Departamento de Estudos e Pesquisas do Ministério do Turismo, José Francisco Lopes, responsável pelos dados. "Outra boa notícia é que a vocação gastronômica de boa parte das cidades só agora começa a ser incorporada aos destinos. Ainda há muito a se conhecer".

De 15 a 17 de agosto será realizada a segunda edição do Brotas Gourmet, Festival de Gastronomia e Música no Centro Comunitário. Segundo os organizadores, no ano passado, o evento atraiu mais de 1.500 pessoas e provocou um aumento de 25% na ocupação dos hotéis e 29% na venda de atividades turísticas.











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