RELATÓRIO DE BELO HORIZONTE
Nome da cidade: Congonhas, Ouro Preto e Mariana.
Data: 06 à 09/11/2013
Curso: Técnico em Guia de Turismo A012
Módulo V: Excursão Nacional
Duração da visita: 67 horas
OBJETIVO:
Aumentar nosso conhecimento, apreciar novas culturas. Mudar nossa maneira de pensar aumentar nossa critica construtiva sobre cada atrativo como somos atendidos e qual a melhor maneira de transformamos em profissionais com trabalho em equipe e atuar em campo sentirmos na pele como é guiar um grupo e como resolve conflitos. É mostra que somos capazes de enfrentar cada obstáculo de cabeça erguida e mostrar o profissional que estamos nos tornando.
METODOLOGIA:
Foram utilizados para a realização da visita, pesquisas na internet e contato prévio com os atrativos.
ASPECTOS GEOGRÁFICOS:
Dados estatísticos:
Localização: Estado de Minas Gerais, no Brasil.
Área: 331,401
População: 2.479.165
Densidade Demográfica: 7.167,00
Código do Município: 3106200
Gentílico: Belo-Horizontino
Prefeito: MÁRCIO ARAÚJO DE LACERDA
Altitude: 884.1 m
Clima: Tropical de altitude
Temp. média anual: 20,5º C
Distância da Capital: 499.783 km
Rota: 597 km
ASPECTOS HISTÓRICOS:
A cidade é mundialmente conhecida e exerce significativa influência nacional e até internacional, seja do ponto de vista cultural, econômico ou político. Conta com importantes monumentos, parques e museus, como o Museu de Arte da Pampulha, o Museu de Artes e Ofícios, o Museu de Ciências Naturais da PUC Minas, o Circuito Cultural Praça da Liberdade, o Conjunto Arquitetônico da Pampulha, o Mercado Central e a Savassi, e eventos de grande repercussão, como o Festival Creamfields Brasil, o Festival Internacional de Teatro, Palco e Rua (FIT-BH), Festival Internacional de Curtas e o Encontro Internacional de Literaturas em Língua Portuguesa. É também nacionalmente conhecida como a "capital nacional do boteco", por existirem mais bares per capita do que em qualquer outra grande cidade do Brasil.
A década de 1980 foi marcada pela valorização da memória da cidade, com a alteração na orientação do crescimento. Vários edifícios de importância histórica foram tombados.
CONGONHAS
ASPECTOS GEOGRÁFICOS:
População estimada: 2013 51.709
População 2010: 48.519
Área da unidade territorial (km²): 304,067
Densidade demográfica (hab/km²): 159,57
Código do Município: 3118007
Gentílico: congonhense
Prefeito: JOSÉ DE FREITAS CORDEIRO
Foram utilizados para a realização da visita, pesquisas na internet e contato prévio com os atrativos.
ASPECTOS GEOGRÁFICOS:
Dados estatísticos:
Localização: Estado de Minas Gerais, no Brasil.
Área: 331,401
População: 2.479.165
Densidade Demográfica: 7.167,00
Código do Município: 3106200
Gentílico: Belo-Horizontino
Prefeito: MÁRCIO ARAÚJO DE LACERDA
Altitude: 884.1 m
Clima: Tropical de altitude
Temp. média anual: 20,5º C
Distância da Capital: 499.783 km
Rota: 597 km
ASPECTOS HISTÓRICOS:
A cidade é mundialmente conhecida e exerce significativa influência nacional e até internacional, seja do ponto de vista cultural, econômico ou político. Conta com importantes monumentos, parques e museus, como o Museu de Arte da Pampulha, o Museu de Artes e Ofícios, o Museu de Ciências Naturais da PUC Minas, o Circuito Cultural Praça da Liberdade, o Conjunto Arquitetônico da Pampulha, o Mercado Central e a Savassi, e eventos de grande repercussão, como o Festival Creamfields Brasil, o Festival Internacional de Teatro, Palco e Rua (FIT-BH), Festival Internacional de Curtas e o Encontro Internacional de Literaturas em Língua Portuguesa. É também nacionalmente conhecida como a "capital nacional do boteco", por existirem mais bares per capita do que em qualquer outra grande cidade do Brasil.
A década de 1980 foi marcada pela valorização da memória da cidade, com a alteração na orientação do crescimento. Vários edifícios de importância histórica foram tombados.
CONGONHAS
ASPECTOS GEOGRÁFICOS:
População estimada: 2013 51.709
População 2010: 48.519
Área da unidade territorial (km²): 304,067
Densidade demográfica (hab/km²): 159,57
Código do Município: 3118007
Gentílico: congonhense
Prefeito: JOSÉ DE FREITAS CORDEIRO
ASPECTOS HISTÓRICOS:
Tem origem do seu topônimo em um arbusto (chá),
Muito abundante na região. Não se conhece outro nome dado ao município, mas, diz a história, que.
Congonhas do Campo era uma área de terras localizada na região das Congonhas e limitava com o
Campo Alegre dos Carijós, aldeamento indígena situado na vila de Queluz.
Os primitivos habitantes de Congonhas, dizem, foram os mesmos portugueses que, por volta.
De 1691 a 1700, povoaram a Vila Real de Queluz, hoje Conselheiro Lafaiete, e seguiram a bandeira.
De Bartolomeu Bueno em desbravamento e exploração auríferos pela região do Paraopeba e seus
Subafluentes: Varginha, Ouro Branco, Soledade, Gagé e Maranhão. Entre esses aventureiros, existia.
Um, de nome Feliciano Mendes. Este minerador, depois de muitos anos de trabalho, adoeceu.
Gravemente e, ficando impossibilitado de continuar na extração do ouro, prometeu ao Senhor Bom.
Jesus de Matosinhos que, se lhe restituísse a saúde, se dedicaria, exclusivamente, ao seu serviço.
Concedida à ambicionada cura, Feliciano Mendes principiou por colher esmolas para a construção do.
Santuário que perpetuasse a história do seu reconhecimento à misericórdia divina.
Em poucos anos a nave maior da capela já se achava edificada no local da cruz primitiva ali
Colocada pelo próprio Feliciano e que se acha atualmente, no corredor do Santuário.
Quando Feliciano Mendes morreu, em 1765, as obras iam bem adiantadas. No entanto, a.
Celebridade de Congonhas e seu Santuário é devida menos à obra de Feliciano do que a que realizou
Ali, mais tarde, Antônio Francisco Lisboa, O Aleijadinho.
A Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Campo foi criada em seis de novembro de 1746.
O distrito foi elevado à categoria de município em 1938.
OURO PRETO
ASPECTOS GEOGRÁFICOS:
População estimada 2013: 73.349
População 2010: 70.281
Área da unidade territorial (km²): 1.245,865
Densidade demográfica (hab/km²): 56,41
Código do Município: 3146107
Gentílico: ouro-pretano
Prefeito: JOSÉ LEANDRO FILHO
ASPECTOS HISTÓRICOS:
Ouro Preto nasceu sob o nome de Vila Rica, como resultado da épica aventura da colonização do interior brasileiro, que ocorreu no final do século XVII. Em 1698, saindo de Taubaté, São Paulo, a bandeira chefiada por Antônio Dias descortina o Itacolomi do alto da Serra do Ouro Preto, onde implanta a capela de São João. Ali, tem início o povoamento intenso do Vale do Tripui que, trinta anos depois, já possuía perto de 40 mil pessoas em mineração desordenada e sob a louca corrida pelo ouro de aluvião.
Em 1711, dá-se o conflito emboaba, luta pela conquista de terras entre paulistas, portugueses e baianos. O Conde de Assumar, D. Pedro de Almeida, luta para implantar em Vila Rica a cobrança do quinto, devido à Coroa e assumir o comando do território, fazendo de Felipe dos Santos sua primeira vítima, em 1720.
Vila Rica cresce e exaure-se o ouro, mas cria uma civilização ímpar, com esplendor nas artes, nas letras e na política.
A Inconfidência Mineira é o apogeu do pensamento político e faz mártires entre padres, militares, poetas e servidores públicos, liderados por Tiradentes.
Com a Independência, recebe o nome de Ouro Preto e torna-se a capital de Minas até 1897. É instituída Patrimônio da Memória Nacional a partir de 1933 e tombada pelo IPHAN em 1938. Em 1980 é considerado Patrimônio Cultural da Humanidade, pela UNESCO.
O surgimento e apogeu da arte colonial em Minas Gerais - barroco mineiro - é um fenômeno inteiramente ligado à exploração do ouro, acontecido no século XVIII, que veio criar uma cultura dotada de características peculiares e uma singular visão do mundo.
À medida que se expandia a atividade mineradora, o barroco explodia na riqueza de suas formas, na pompa e no fausto de suas solenidades religiosas e festas públicas, vindo marcar, de maneira definitiva, a sociedade que se constituiu na região.
Ouro Preto - hoje Patrimônio Histórico Mundial - representa inquestionavelmente a síntese da arte colonial mineira, não apenas pela expressão de sua história, mas pela excepcionalidade do acervo cultural que preservou.
MARIANA
ASPECTOS GEOGRÁFICOS: População estimada 2013: 57.639
População 2010: 54.219
Tem origem do seu topônimo em um arbusto (chá),
Muito abundante na região. Não se conhece outro nome dado ao município, mas, diz a história, que.
Congonhas do Campo era uma área de terras localizada na região das Congonhas e limitava com o
Campo Alegre dos Carijós, aldeamento indígena situado na vila de Queluz.
Os primitivos habitantes de Congonhas, dizem, foram os mesmos portugueses que, por volta.
De 1691 a 1700, povoaram a Vila Real de Queluz, hoje Conselheiro Lafaiete, e seguiram a bandeira.
De Bartolomeu Bueno em desbravamento e exploração auríferos pela região do Paraopeba e seus
Subafluentes: Varginha, Ouro Branco, Soledade, Gagé e Maranhão. Entre esses aventureiros, existia.
Um, de nome Feliciano Mendes. Este minerador, depois de muitos anos de trabalho, adoeceu.
Gravemente e, ficando impossibilitado de continuar na extração do ouro, prometeu ao Senhor Bom.
Jesus de Matosinhos que, se lhe restituísse a saúde, se dedicaria, exclusivamente, ao seu serviço.
Concedida à ambicionada cura, Feliciano Mendes principiou por colher esmolas para a construção do.
Santuário que perpetuasse a história do seu reconhecimento à misericórdia divina.
Em poucos anos a nave maior da capela já se achava edificada no local da cruz primitiva ali
Colocada pelo próprio Feliciano e que se acha atualmente, no corredor do Santuário.
Quando Feliciano Mendes morreu, em 1765, as obras iam bem adiantadas. No entanto, a.
Celebridade de Congonhas e seu Santuário é devida menos à obra de Feliciano do que a que realizou
Ali, mais tarde, Antônio Francisco Lisboa, O Aleijadinho.
A Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Campo foi criada em seis de novembro de 1746.
O distrito foi elevado à categoria de município em 1938.
OURO PRETO
ASPECTOS GEOGRÁFICOS:
População estimada 2013: 73.349
População 2010: 70.281
Área da unidade territorial (km²): 1.245,865
Densidade demográfica (hab/km²): 56,41
Código do Município: 3146107
Gentílico: ouro-pretano
Prefeito: JOSÉ LEANDRO FILHO
ASPECTOS HISTÓRICOS:
Ouro Preto nasceu sob o nome de Vila Rica, como resultado da épica aventura da colonização do interior brasileiro, que ocorreu no final do século XVII. Em 1698, saindo de Taubaté, São Paulo, a bandeira chefiada por Antônio Dias descortina o Itacolomi do alto da Serra do Ouro Preto, onde implanta a capela de São João. Ali, tem início o povoamento intenso do Vale do Tripui que, trinta anos depois, já possuía perto de 40 mil pessoas em mineração desordenada e sob a louca corrida pelo ouro de aluvião.
Em 1711, dá-se o conflito emboaba, luta pela conquista de terras entre paulistas, portugueses e baianos. O Conde de Assumar, D. Pedro de Almeida, luta para implantar em Vila Rica a cobrança do quinto, devido à Coroa e assumir o comando do território, fazendo de Felipe dos Santos sua primeira vítima, em 1720.
Vila Rica cresce e exaure-se o ouro, mas cria uma civilização ímpar, com esplendor nas artes, nas letras e na política.
A Inconfidência Mineira é o apogeu do pensamento político e faz mártires entre padres, militares, poetas e servidores públicos, liderados por Tiradentes.
Com a Independência, recebe o nome de Ouro Preto e torna-se a capital de Minas até 1897. É instituída Patrimônio da Memória Nacional a partir de 1933 e tombada pelo IPHAN em 1938. Em 1980 é considerado Patrimônio Cultural da Humanidade, pela UNESCO.
O surgimento e apogeu da arte colonial em Minas Gerais - barroco mineiro - é um fenômeno inteiramente ligado à exploração do ouro, acontecido no século XVIII, que veio criar uma cultura dotada de características peculiares e uma singular visão do mundo.
À medida que se expandia a atividade mineradora, o barroco explodia na riqueza de suas formas, na pompa e no fausto de suas solenidades religiosas e festas públicas, vindo marcar, de maneira definitiva, a sociedade que se constituiu na região.
Ouro Preto - hoje Patrimônio Histórico Mundial - representa inquestionavelmente a síntese da arte colonial mineira, não apenas pela expressão de sua história, mas pela excepcionalidade do acervo cultural que preservou.
MARIANA
ASPECTOS GEOGRÁFICOS: População estimada 2013: 57.639
População 2010: 54.219
Área da unidade territorial (km²): 1.194,208
Densidade demográfica (hab/km²): 45,40
Código do Município: 3140001
Gentílico: marianense
Prefeito: CELSO COTA NETO
ASPECTOS HISTÓRICOS:
A origem da cidade remonta ao final do século XVII, época em que bandeirantes chegavam à região em busca do ouro. A designação de Mariana veio mais tarde, em homenagem à rainha D. Maria Ana de Áustria, esposa do rei D. João V. Em oito de abril de 1711 o governador Antônio de Albuquerque criou no arraial do Ribeirão do Carmo, a vila de Nossa Senhora do Ribeirão do Carmo, confirmada por Carta Régia de 14 de abril de 1712 com o nome mudado para Vila Real de Nossa Senhora mudará de nome outra vez em 23 de abril de 1745 para Cidade Mariana, homenagem do rei D. João V de Portugal a D. Maria Ana de Áustria sua esposa.
O governador, em cerimônia, escolheu o lugar da praça pública, no seu centro o pelourinho, símbolo da autonomia administrativa recém-adquirida. Nos dias seguintes, os «homens bons «, cheios de dinheiro e mulheres se reuniram para a eleição da Câmara e a nomeação de diferentes oficiais municipais. No caso do Carmo, foi escolhido o arraial que conhecia mais forte crescimento, o arraial de Cima. A descrição da cerimônia estipulava que não somente os habitantes do lugar, mas todos que doravante dependeriam da jurisdição do novo distrito, se encarregariam segundo seus meios da construção da Igreja, da Câmara, da prisão. Foi assim a primeira vila criada e posteriormente seria a primeira cidade em Minas. Estavam presentes, segundo o Termo escrito então, as pessoas e moradores principais, assinando o documento (escrito por Manuel Pegado) Antônio de Freitas da Silva, Domingos Fernandes Pinto, José Rebelo Perdigão, Aleonardo Nardi Sizão de Sousa, que também assinava, aliás, Nardi de Arzão, Manuel Antunes de Lemos, Antônio Correia Ribeiro, Francisco de Campos (antigo chefe emboaba), Feliz de Azevedo Carneiro e Cunha, Pedro Teixeira Sequeira, Rafael da Silva e Sousa, conhecido reinol, José de Campos, Antônio Correia Sardinha, Bartolomeu Fernandes, Manuel Gonçalves Fraga, José de Almeida Naves, Jacinto Barbosa Lopes, Manuel da Silva e Sousa, Bernardo de Chaves Cabral, Manuel Ferreira Vilence, Torquato Teixeira de Carvalho, João Delgado de Camargo, Filipe de Campos, Manuel da Silva Leme, Caetano Moniz da Costa, Jerônimo da Silveira de Azevedo, Sebastião Preto Ferreira, Francisco Ribeiro de Morais, Fernando de Andrade, Jacinto Nogueira Pinto, Antônio Rodrigues de Sousa, Inácio de Sampaio e Almeida, Francisco de Lucena Monte Arroio, Pedro Correia de Godói, Bento Vieira de Sousa e José de Barros e Fonseca.
Mariana faz parte da história do nascimento de Minas, pois foi sua primeira vila, cidade e capital.
ROTEIRO EXECUTADO:
1º Dia - 06/11/13 - Quarta-feira:
Saída do SENAC Guaratinguetá as 04h15min da manhã. Com destino a Guarulhos no aeroporto, nosso transporte foi a van. Tivemos uma Parada técnica para Embarque da Fernanda no Arcadas Hotel em Caçapava. Fizemos todo o procedimento adequado para começar a viagem chegando lá realizamos os procedimentos dentro do aeroporto para então embarca no avião.
Ás 11h00min da manha chegou ao aeroporto de Confins – Tancredo Neves. Desembarcamos e pegamos nossa mala e fomos ate a van que estava a nossa espera junto com o guia regional Nelson. O guia apresentou-se com uma apresentação formal e demos sequências a Congonhas no trajeto percorrido ocorreram vários acidentes isso ocasionou atrasos demoramos quatro horas pra chegar ao primeiro destino restaurante em Congonhas depois do almoço mesmo com chuva realizamos a visita aos atrativos às igrejas. Atrativo cultural dos doze Profetas em pedra-sabão obras de Aleijadinho. Muito interessante primeiramente conhecer a história do aleijadinho e as obras que nos deixou que é um pouco da nossa história, a história do Brasil.
Atrativo cultural e religioso dos Passos da Paixão de Cristo, 66 figuras em cedro obras de Aleijadinho. Cada passo uma história marcante cada passo de Jesus Cristo mostra realmente como foi é um local marcante e chama muito atenção um ponto mais do que turístico.
Basílica do Senhor Bom Jesus de Congonhas. Conta toda a historia da passagem de Jesus Cristo cada imagem representa um fato acontecido.
As 16h00: Saída para Ouro Preto – Hospedagem. Chegada às 17h30min no Hostel onde iriamos ficar os quatro dias.
19h30: Jantar – Saída para o restaurante Acaso 85. Restaurante estruturado não perde o foco da história de ouro preto, além da comida ser muito boa.
PONTOS POSITIVOS:
Densidade demográfica (hab/km²): 45,40
Código do Município: 3140001
Gentílico: marianense
Prefeito: CELSO COTA NETO
ASPECTOS HISTÓRICOS:
A origem da cidade remonta ao final do século XVII, época em que bandeirantes chegavam à região em busca do ouro. A designação de Mariana veio mais tarde, em homenagem à rainha D. Maria Ana de Áustria, esposa do rei D. João V. Em oito de abril de 1711 o governador Antônio de Albuquerque criou no arraial do Ribeirão do Carmo, a vila de Nossa Senhora do Ribeirão do Carmo, confirmada por Carta Régia de 14 de abril de 1712 com o nome mudado para Vila Real de Nossa Senhora mudará de nome outra vez em 23 de abril de 1745 para Cidade Mariana, homenagem do rei D. João V de Portugal a D. Maria Ana de Áustria sua esposa.
O governador, em cerimônia, escolheu o lugar da praça pública, no seu centro o pelourinho, símbolo da autonomia administrativa recém-adquirida. Nos dias seguintes, os «homens bons «, cheios de dinheiro e mulheres se reuniram para a eleição da Câmara e a nomeação de diferentes oficiais municipais. No caso do Carmo, foi escolhido o arraial que conhecia mais forte crescimento, o arraial de Cima. A descrição da cerimônia estipulava que não somente os habitantes do lugar, mas todos que doravante dependeriam da jurisdição do novo distrito, se encarregariam segundo seus meios da construção da Igreja, da Câmara, da prisão. Foi assim a primeira vila criada e posteriormente seria a primeira cidade em Minas. Estavam presentes, segundo o Termo escrito então, as pessoas e moradores principais, assinando o documento (escrito por Manuel Pegado) Antônio de Freitas da Silva, Domingos Fernandes Pinto, José Rebelo Perdigão, Aleonardo Nardi Sizão de Sousa, que também assinava, aliás, Nardi de Arzão, Manuel Antunes de Lemos, Antônio Correia Ribeiro, Francisco de Campos (antigo chefe emboaba), Feliz de Azevedo Carneiro e Cunha, Pedro Teixeira Sequeira, Rafael da Silva e Sousa, conhecido reinol, José de Campos, Antônio Correia Sardinha, Bartolomeu Fernandes, Manuel Gonçalves Fraga, José de Almeida Naves, Jacinto Barbosa Lopes, Manuel da Silva e Sousa, Bernardo de Chaves Cabral, Manuel Ferreira Vilence, Torquato Teixeira de Carvalho, João Delgado de Camargo, Filipe de Campos, Manuel da Silva Leme, Caetano Moniz da Costa, Jerônimo da Silveira de Azevedo, Sebastião Preto Ferreira, Francisco Ribeiro de Morais, Fernando de Andrade, Jacinto Nogueira Pinto, Antônio Rodrigues de Sousa, Inácio de Sampaio e Almeida, Francisco de Lucena Monte Arroio, Pedro Correia de Godói, Bento Vieira de Sousa e José de Barros e Fonseca.
Mariana faz parte da história do nascimento de Minas, pois foi sua primeira vila, cidade e capital.
ROTEIRO EXECUTADO:
1º Dia - 06/11/13 - Quarta-feira:
Saída do SENAC Guaratinguetá as 04h15min da manhã. Com destino a Guarulhos no aeroporto, nosso transporte foi a van. Tivemos uma Parada técnica para Embarque da Fernanda no Arcadas Hotel em Caçapava. Fizemos todo o procedimento adequado para começar a viagem chegando lá realizamos os procedimentos dentro do aeroporto para então embarca no avião.
Ás 11h00min da manha chegou ao aeroporto de Confins – Tancredo Neves. Desembarcamos e pegamos nossa mala e fomos ate a van que estava a nossa espera junto com o guia regional Nelson. O guia apresentou-se com uma apresentação formal e demos sequências a Congonhas no trajeto percorrido ocorreram vários acidentes isso ocasionou atrasos demoramos quatro horas pra chegar ao primeiro destino restaurante em Congonhas depois do almoço mesmo com chuva realizamos a visita aos atrativos às igrejas. Atrativo cultural dos doze Profetas em pedra-sabão obras de Aleijadinho. Muito interessante primeiramente conhecer a história do aleijadinho e as obras que nos deixou que é um pouco da nossa história, a história do Brasil.
Atrativo cultural e religioso dos Passos da Paixão de Cristo, 66 figuras em cedro obras de Aleijadinho. Cada passo uma história marcante cada passo de Jesus Cristo mostra realmente como foi é um local marcante e chama muito atenção um ponto mais do que turístico.
Basílica do Senhor Bom Jesus de Congonhas. Conta toda a historia da passagem de Jesus Cristo cada imagem representa um fato acontecido.
As 16h00: Saída para Ouro Preto – Hospedagem. Chegada às 17h30min no Hostel onde iriamos ficar os quatro dias.
19h30: Jantar – Saída para o restaurante Acaso 85. Restaurante estruturado não perde o foco da história de ouro preto, além da comida ser muito boa.
PONTOS POSITIVOS:
- Preservação da história.
- Os procedimentos realizados pelos alunos guias.
- Ter um guia regional para nos atender.
- Cultura do local desde o começo até os dias de hoje igual sem perder o foco.
- Receberam há nós muito bem com respeito e educação.
PONTOS NEGATIVOS:
SOLUÇÃO:
2º Dia - 07/11/13 - Quinta-feira - Ouro Preto
07h30: Despertar. Realizado pelo Mailom foi muito bem e educado também. E nos avisou o horário do café e o horário de saída.
08h00: Café da manhã no hostel tomamos um belo de um café muito bem preparado.
08h50: Saída para Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição passando pela Praça Antônio Dias. Passamos por todos os pontos a pé e ouvimos a historia e os atrativos cada aluno ficou específico de um ou mais atrativos que ficou uma coisa diversificada com trocas de conhecimento
12h30: Almoço no restaurante Acaso 85.
14h00: Igreja do Rosário. Observamos toda sua estrutura e modo que foi feito fizeram as plenárias com as complementações do guia e observamos toda a mudança já ocorrida pelo de colocar a mão poeira sujeira e etc. e que cada ponto da igreja imagem tem um significado.
14h30: Museu da Casa dos Contos (visitação interna). Esse foi o meu atrativo junto com a Monique estudamos bastante passamos tudo o que sabíamos e algumas coisas que não sabíamos perguntamos a monitora e passamos ao grupo. Local fácil acesso limpo e seguro contam a historia do ciclo do ouro que foi um ponto marcante para a história de ouro preto.
15h30: Teatro Municipal Casa da Ópera (visitação interna).
A história do teatro é marcante onde passou vários artistas sofreu varias mudanças foram reconstruídas e deixou na formatação pintura original e também o interessante é que todos os artistas querem e pretendem se apresentar ali.
16h30: Chafariz. Um ponto marcante dizem que é o mais importante para ouro preto uma coisa que esta faltando é a preservação e o cuidado.
16h45: Praça Tiradentes. Local bacana para fotos encontrar-se com amigos admirar-se.
17h30: Retorno para o Hostel.
19h30: Jantar no restaurante Acaso 85.
PONTOS POSITIVOS:
PONTOS NEGATIVOS:
SOLUÇÕES:
- Não preservarem as igrejas limpeza pelo lado de fora.
- Algumas informações erradas sobre o local que o guia nos passou.
- O guia não oferecer para os turistas no caso nós o guarda chuva. Mais aproveitamos bem os atrativos, pois não temos a sorte de ter isso todos os dias.
SOLUÇÃO:
- Ter uma pessoa para cuidar da limpeza das igrejas não apenas de dentro e também do lado de fora
- Se atualizar na história para ver se não mudou ou alterou algo sendo assim irá sempre passar informações sem erros e se tiver algum acontecimento marcante nos informa.
- Ter comprometimento com o grupo em todas as horas dar apoio se estiver chovendo fala menos ou achar um ponto que não esteja chovendo tanto e oferecer o guarda chuva também para que não estiver guarda chuva
- Para o tempo não tem solução simplesmente acontece.
2º Dia - 07/11/13 - Quinta-feira - Ouro Preto
07h30: Despertar. Realizado pelo Mailom foi muito bem e educado também. E nos avisou o horário do café e o horário de saída.
08h00: Café da manhã no hostel tomamos um belo de um café muito bem preparado.
08h50: Saída para Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição passando pela Praça Antônio Dias. Passamos por todos os pontos a pé e ouvimos a historia e os atrativos cada aluno ficou específico de um ou mais atrativos que ficou uma coisa diversificada com trocas de conhecimento
12h30: Almoço no restaurante Acaso 85.
14h00: Igreja do Rosário. Observamos toda sua estrutura e modo que foi feito fizeram as plenárias com as complementações do guia e observamos toda a mudança já ocorrida pelo de colocar a mão poeira sujeira e etc. e que cada ponto da igreja imagem tem um significado.
14h30: Museu da Casa dos Contos (visitação interna). Esse foi o meu atrativo junto com a Monique estudamos bastante passamos tudo o que sabíamos e algumas coisas que não sabíamos perguntamos a monitora e passamos ao grupo. Local fácil acesso limpo e seguro contam a historia do ciclo do ouro que foi um ponto marcante para a história de ouro preto.
15h30: Teatro Municipal Casa da Ópera (visitação interna).
A história do teatro é marcante onde passou vários artistas sofreu varias mudanças foram reconstruídas e deixou na formatação pintura original e também o interessante é que todos os artistas querem e pretendem se apresentar ali.
16h30: Chafariz. Um ponto marcante dizem que é o mais importante para ouro preto uma coisa que esta faltando é a preservação e o cuidado.
16h45: Praça Tiradentes. Local bacana para fotos encontrar-se com amigos admirar-se.
17h30: Retorno para o Hostel.
19h30: Jantar no restaurante Acaso 85.
PONTOS POSITIVOS:
- Procedimentos realizados no horário certo sempre respeitando.
- Café da manha muito bom e não encontramos nada de ruim como cabelo e outras coisas.
- Locais limpos.
- Bem estruturado para receber a demanda turística.
- Atendimento excelente de alguns pontos da cidade.
- Preservação e cuidado
- Avisos que não pode tocar e tirar fotos das obras.
PONTOS NEGATIVOS:
- Falta de educação de alguns vendedores do comércio.
- Algumas das explicações que deixou a desejar do nosso guia regional.
SOLUÇÕES:
- Perceberem que onde moram e trabalham é uma cidade turística e com educação com certeza irão vender muito e eles mesmos sairão com lucro extra e aos compradores também de serem bem atendidos
- O guia se aperfeiçoar mais nos atrativos e atualizar-se para não passa informação erradas e nem deixa de responder alguma pergunta do turista que seja uma curiosidade que ela tenha visto na internet. O guia não precisa saber tudo só o essencial.
3° DIA - 08/11/13 – SEXTA-FEIRA - (MARIANA) 07h30min Da manha houve o despertar. Café da manha no hostel.
Saída para Mariana primeiramente o City-Tour pelo centro observamos dentro da van mesmo e alguns alunos fizeram as plenárias dentro da van.
1° Ponto paramos na mina da passagem onde iriamos conhecer
2° Ponto catedral belíssima arquitetura exemplar e um ponto forte de mariana
3° Ponto Casa Setecentista ouvimos um pouco dela dentro da van um breve da história. Entre outros também que só ouvimos e não fomos apreciar de perto o atrativo. As igrejas são parecidas mudam algumas arquiteturas outras com rivalidade mais todas são importantes para a cidade, moradores e turistas visitantes.
Depois de apreciar e trabalhar ter foco teve o momento que ficamos mais sossegados para compras e etc. logo a noite teve a confraternização onde todos ajudarão a fazer um churrasco.
PONTOS POSITIVOS:
PONTOS NEGATIVOS:
SOLUÇÕES:
4° DIA – 09/11/13- SÁBADO – RETORNO PARA O AEROPORTO DE CONFINS:Despertar as 07h00min da manha arrumamos as malas organizamos tudo para retornarmos ao nosso destino. Tomamos café e fomos para o aeroporto realizamos todos os procedimentos técnicos que tem de realizar, tomamos lanche e embarcamos para o avião ao decorrer uma hora de voo desembarcamos no aeroporto internacional de Guarulhos pegamos as bagagens fomos ate o van que estava a nossa espera. No trajeto a Sabrina passou mal tivemos eu parar para cuidados médicos e a segunda parada para descanso lanche e etc.
Chegamos as 19h00min horas no SENAC e retornamos cada um para sua casa.
PONTOS POSITIVOS:
VAN:
Saída para Mariana primeiramente o City-Tour pelo centro observamos dentro da van mesmo e alguns alunos fizeram as plenárias dentro da van.
1° Ponto paramos na mina da passagem onde iriamos conhecer
2° Ponto catedral belíssima arquitetura exemplar e um ponto forte de mariana
3° Ponto Casa Setecentista ouvimos um pouco dela dentro da van um breve da história. Entre outros também que só ouvimos e não fomos apreciar de perto o atrativo. As igrejas são parecidas mudam algumas arquiteturas outras com rivalidade mais todas são importantes para a cidade, moradores e turistas visitantes.
Depois de apreciar e trabalhar ter foco teve o momento que ficamos mais sossegados para compras e etc. logo a noite teve a confraternização onde todos ajudarão a fazer um churrasco.
PONTOS POSITIVOS:
- Todos estarem sempre no horário, obedecerem sempre o que é proposto.
- Trabalharem em equipe sempre ajudando uns aos outros.
- Respeito de todos quando estão falando
- O guia ter nos pedido desculpa.
PONTOS NEGATIVOS:
- Falta de respeito do segurança do museu.
SOLUÇÕES:
- Contratarem pessoas mais qualificada que tenham educação e saiba respeitar as pessoas que vem de fora.
4° DIA – 09/11/13- SÁBADO – RETORNO PARA O AEROPORTO DE CONFINS:Despertar as 07h00min da manha arrumamos as malas organizamos tudo para retornarmos ao nosso destino. Tomamos café e fomos para o aeroporto realizamos todos os procedimentos técnicos que tem de realizar, tomamos lanche e embarcamos para o avião ao decorrer uma hora de voo desembarcamos no aeroporto internacional de Guarulhos pegamos as bagagens fomos ate o van que estava a nossa espera. No trajeto a Sabrina passou mal tivemos eu parar para cuidados médicos e a segunda parada para descanso lanche e etc.
Chegamos as 19h00min horas no SENAC e retornamos cada um para sua casa.
PONTOS POSITIVOS:
- Nos alunos perceberem que quando for atuar em campo todos teremos de ser profissionais e sempre trabalhar em equipe um ajudando o outro.
- Tudo ter ocorrido como no previsto sem modificações e sem erro.
VAN:
Motorista educado, van confortável. Única coisa que teve de negativo ele correr demais em alguns trechos perigosos.
E solução para isso é o guia conversar com ele e pedir que maneire na velocidade
AEROPORTO:
Sem reclamação de horários tudo nos horários. Atendimento diferenciado, fomos bem atendidos. Ponto negativo o jeito que jogam as malas e solução para isso é que tomem mais cuidados coloquem a mala no local e não joguem, pois não precisa disso.
CONCLUSÃO:
Observar como é trabalhar com viagem aérea todos os problemas que pode dar ou não e mostrar como e quais soluções a ser tomadas.
E a cada viagem visitas que fazemos aprendemos muitos com nossos erros ou erro dos demais.
E, contudo vamos crescer profissionalmente e ter habilidades.
ANEXO:
E solução para isso é o guia conversar com ele e pedir que maneire na velocidade
AEROPORTO:
Sem reclamação de horários tudo nos horários. Atendimento diferenciado, fomos bem atendidos. Ponto negativo o jeito que jogam as malas e solução para isso é que tomem mais cuidados coloquem a mala no local e não joguem, pois não precisa disso.
CONCLUSÃO:
Observar como é trabalhar com viagem aérea todos os problemas que pode dar ou não e mostrar como e quais soluções a ser tomadas.
E a cada viagem visitas que fazemos aprendemos muitos com nossos erros ou erro dos demais.
E, contudo vamos crescer profissionalmente e ter habilidades.
ANEXO:
BIBLIOGRAFIA:
http://cidades.ibge.gov.br/xtras/perfil.php?lang=&codmun=310620&search=minas-gerais|belo-horizonte
http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/dtbs/minasgerais/congonhas.pdfhttp://cidades.ibge.gov.br/xtras/perfil.php?lang=&codmun=311800&search=minas-gerais|congonhas
http://www.cidadeouropreto.com.br/op_historia.html
http://cidades.ibge.gov.br/xtras/perfil.php?lang=&codmun=314610&search=minas-gerais|ouro-preto
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mariana
http://cidades.ibge.gov.br/xtras/perfil.php?lang=&codmun=314000&search=minas-gerais|mariana





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